Talvez as tuas piadas sem graça só me façam rir porque fico olhando o teu lindo sorriso. Talvez você não cante tão bem assim, mas ouvir sua voz me deixa tranquilo. Talvez você nem saiba, mas já passei horas olhando suas fotos. Talvez seja só bobeira minha mas, mesmo quando você está longe, eu te sinto aqui pertinho. Você me provou que o talvez, nesse caso, é a mais pura verdade.
É que talvez eu goste de você.
Mania minha achar que alguém se importa de verdade comigo a ponto de abrir mão de algo para me dar um abraço.
O menino Charlie.
Saudade dá, sempre dá, mas a gente disfarça, dorme, toma um café e finge que esquece.
Desconhecido.
Tem gente que tem cheiro de passarinho quando canta. De sol quando acorda. De flor quando ri. Ao lado delas a gente se sente sem relógio e sem agenda. Ao lado delas, a gente se sente comendo pipoca na praça. Lambuzando o queixo de sorvete. O tempo é outro. E a vida fica com a cara que ela tem de verdade, mas que a gente desaprende de ver. Tem gente que tem cheiro de cafuné sem pressa. Do brinquedo que a gente não largava. De passeio no jardim. Ao lado delas, a gente não acha que o amor é possível, a gente tem certeza.
Ana Jácomo.
E eu vou escrever sobre o que, agora? Sobre como tudo sempre dá errado pra mim e com você também não seria diferente? Que, de novo, “não era pra ser”? Nunca é pra ser? Quando é que vai ser?
Iolanda Valentim.
Como se não bastasse
O coração
Até o sono
Você me tomou
[Esse lance de amor
também causa olheiras]
Joy Luz.